Recivil é novo parceiro de projeto voltado a moradores de rua de Belo Horizonte


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Publicado em: 17/05/2018

Projeto Banho de Amor oferece banho, alimentação, roupas, corte de cabelo, assistência jurídica, entre outros serviços.

A equipe de Projetos Sociais do Recivil participou, nesta terça-feira (08/05), do projeto Banho de Amor, que leva às praças de Belo Horizonte um banheiro itinerante para a população de rua ter condições básicas de higiene, bem-estar e saúde. A ação aconteceu na praça da Igreja da Boa Viagem.


O projeto fornece também alimentação, roupas, consultas médicas e odontológicas, assistência social, assessoria jurídica, corte de cabelo, entre outros serviços.

 

Ação realizada no dia 8 de maio aconteceu na praça da Igreja da Boa Viagem.


O Recivil é o novo parceiro do projeto oferecendo aos moradores de rua a segunda via das certidões.


A Defensoria Pública de Minas Gerais também é parceira da ação. “A Defensoria formalizou uma feliz parceria com o projeto Banho de Amor, em janeiro deste ano, e estamos construindo juntos a parceria deste trio levando o trabalho do Recivil, o trabalho dos oficiais de registro civil, com a emissão das certidões de nascimento, casamento e às vezes algum familiar que necessitar de alguma certidão de óbito, para garantir a dignidade dos indivíduos em situação de rua, que é tão importante e que a gente busca tanto com esses projetos”, disse a coordenadora de Projetos e Convênios da Defensoria Pública, Tifanie Avelar.


Criado pelo empresário Marcos Calmon, o objetivo do Banho de Amor é aumentar a dignidade e autoestima dos moradores de rua para reinseri-los à sociedade.


“Temos o apoio da Defensoria Pública de Minas Gerais e agora também o apoio do Recivil. Para uma pessoa existir, para conseguir um emprego, para tudo na vida tem que ter documentação, e boa parte dos moradores em situação de rua não tem documentação, seja porque são roubados ou porque perdem. Até para serem internados para recuperação contra álcool e drogas eles precisam dessa documentação. É fator imprescindível ter a documentação para podermos fazer qualquer tipo de ajuda avançada no sentido de tirá-los da rua”, explicou Marcos Calmon.


O projeto também cadastra as habilidades e experiências daqueles que estão dispostos a arrumar um emprego, e acontece quinzenalmente.

 

(Ascom/DPMG)

(Esq. para dir.) Leila Rocha da equipe de Projetos Sociais do Recivil, defensora pública Tifanie Avelar e o empresário Marcos Calmon.

 

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Recivil (Jornalista Melina Rebuzzi)